Lançado em junho deste ano, o Google+, projeto da empresa que almeja ser um novo parâmetro na troca de conteúdos online, viu surgir desde o seu primeiro dia de operações perfis duvidosos que, em muitos casos, mostraram-se falsos. O alvo preferido, como sempre, foram celebridades e personalidades do mundo da tecnologia como o criador do Facebook, Mark Zuckeberg

Recentemente, em um evento no qual estavam presentes diversos representantes do mercado de TV americano, o ex-CEO e atual conselheiro do Google, Eric Schimdt, pontuou que “O Google+ é uma rede de identidades que será utilizada como base para novas redes sociais no futuro”. Com estas palavras, Eric deixou claro que o posicionamento da empresa frente aos perfis falsos será o da proibição. Agora imaginem: se a rede social ainda está no modo “beta fechado”, ou seja, só se entra por lá quem é convidado, imagina quando for uma rede aberta como o Twitter?
Qual a ideia por trás disso? A manutenção da uma palavra muito especial no mundo Google: relevância. No Google+ o que vale é a autoralidade (ser o autor ou divulgador daquele conteúdo) e a autenticidade (publicar informações reais ou, pelo menos, crÃveis). Isso é importante para o Google porque sua operação comercial (seja em anúncios de links patrocinados ou nos resultados de busca) se baseia na confiança de seus usuários. Abalar isso é, em resumo, mexer no DNA do próprio Google.
É essa realidade que os engenheiros da empresa ousam levar para o mundo das redes sociais. No Google+, quem tiver muitos seguidores recebe um selo, semelhante ao existente no twitter, de “conta verificada” (“verified accountâ€) que atesta a veracidade daquele perfil. Não ficou claro na declaração de Eric, a quantidade de seguidores que um usuário precisará ter para que sua conta receba o selo.
Quem você acha que, no Brasil, será o primeiro a precisar deste selo?
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