Essa novidade que trouxe hoje parece ter vindo direto de um episódio do seriado americano CSI, em que detetives utilizam os mais avançados recursos tecnológicos para resolver os crimes intrigantes.
Imagine você que as impressões digitais já podem ser identificadas através do suor deixado em superfÃcies das mais variadas. Este método, contudo, tem uma limitação: basta o suor secar para os vestÃgios – e a possÃvel solução do crime – desaparecerem para sempre.
Mas, se depender dos cientistas da Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália, as investigações criminais ganharão uma nova ferramenta. Utilizando técnicas de nanotecnologia, eles desenvolveram um processo que identificar não o suor, mas os traços deixados pelos aminoácidos presentes nos fluidos secretados pelas glândulas sudorÃparas. Estes traços, geram imagens muito mais nÃtidas e, acreditem, continuam identificáveis por muito mais tempo.
As pesquisas continuam com um objetivo ousado: identificar digitais de qualquer época em qualquer superfÃcie mesmo a pele humana.
Dá até para imaginar crimes históricos sendo resolvidos, 100, 200, 500, 1000 anos depois! Achei a novidade incrÃvel. E você, já pensou como ela poderá ser utilizada?
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